quinta-feira, 5 de maio de 2011
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Wish List a fingir
Já me perguntaram umas quantas vezes o que é que eu quero para o Natal.
Gosto de ser surpreendida. Gosto quando as pessoas sabem exactamente o que eu gostava mesmo quando nem eu me lembraria de tal coisa.
Há pessoas que fazem listas e que indicam a cada pessoa o que deve ser oferecido. Não há surpresas e a pessoa em questão recebe tudo ou parte daquilo que pretendia. Eu não consigo fazer isto. Porque tenho tudo. Não há nada que eu realmente queira. Ou mellhor, o que eu realmente quero, ou não me pode ser oferecido por ninguém, ou são exurbitancias que não me atrevia a pedir nem aos meus paizinhos num dia bom.
O que eu queria mesmo?
Queria um salto de Pára-Quedas. De um avião. Lá do alto até cá abaixo. Um choque de adrenalina.
Queria uma Canon 5D. (não desfazendo da minha 450d. e as minhas 3 objectivas lindas e poderosas que me deixam tirar fotos cada vez mais lindas). Vá, a 5D é mais caprixo que outra coisa, não morro se nunca tiver uma.
Queria um closet só para lingerie. Quem me conhece um bocadinho sabe que é a minha única mania de gaja. Gosto, compro, ofereçam-me! Sei que só tenho duas txutxas e um rabiosque mas nunca é de mais. Daquela sensual, que me faz olhar para o espelho, assobiar e dizer "és boa cmó milho!!".
Quero viagens infinitas para todo o lado! Quero ir ao Quénia, a Las Vegas, a Hollywood, a Nova York...
Quero o Pai Natal a aparecer outra vez para entregar os presentes. E quero alguém a filmar tudo para a posteridade. Quero que a Baixa volte a ter luzes a sério. Daquelas que eu me lembro quando era pequenina, que uma pessoa saía de casa com a família para correr aquelas ruas todas a "ver as luzes".
Quero não me sentir sozinha.
Vou tentar fazer uma wish list um pouco, não muito, mais acessível. Prometo.
Coisas de gaja. Porque às vezes até a mim me dá para isso
Procura-se receita milagrosa para curar olheiras. Acho que as minhas vieram para ficar. A modos que ando por aí com ar de quem leva três murros e meio em cada olho logo ao acordar.
Ps: querida mãezinha: com todo o apreço que tenho pelos teus conselhos e opiniões, não me digas "deita-te cedo, dorme mais, não saias tanto" porque, com todo o apreço que tenho pelos teus conselhos e opiniões, não tenho saído, tenho ido para a cama cedo e não é culpa minha se o meu cerebro pequenino não pensa o mesmo que tu e não me deixa dormir como um qualquer bebé.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Things about being an Erasmus Student.
Este fim-de-semana fui ao Porto. Desde que vim de Erasmus vou lá de vez em quando, ver amigos e recordar bons tempos, os melhores!
Antes de ir embora tinha uma opinião muito formada sobre o Porto. Uma cidadezinha feiinha, escura, onde está frio e chove, com manias que é melhor do que Lisboa (quando obviamente Lisboa é melhor). Com uns habitantes de pronúncia ridícula que se acham melhor do que os outros e uma cidade sem nada de interessante para ver, conhecer ou comer (nunca tinha provado francesinha, mas vinha do Porto, não devia ser boa coisa).
Depois fui para a Estónia. E fiz amigos lá de cima. E que grandes discussões entre Lisboa-Porto, entre a beleza, a cultura, os habitantes, a pronúncia e a comida. E eu toda convencida, sem conhecer do Porto nem metade, que assim era, que a capital é q é, e que temos a Baixa (e eles SÓ a Rua de Santa Catarina), e que temos Belém (e eles SÓ a Ribeira), e que temos o Bairro ( e eles SÓ o Piolho), e que temos o Tejo com a ponte 25 de Abril ( e eles SÓ o Douro com a Ponte D. Luiz). Coitadinhos, pensava eu... têm o mesmo que nós mas versão mais pequenina e pobrezinha.
Depois voltei da Estónia e fui ao Porto. E fiquei fascinada. Rendi-me. O Porto é uma cidade linda! Embora prefire a nossa Baixa à rua de Santa Catarina, (porque a Baixa tem várias ruas e a deles é SÓ uma), a verdade é que o Porto tem tanto ou mais de belo do que Lisboa.
Fiquei sem ar quando estive na Ribeira à noite. Esqueçam o nosso Grande Tejo com a nossa Grande ponte. Aquele Rio com as margens tão próximas que é possível ver os detalhes das casas antigas da outra margem deixa-me maravilhada. Faz-me querer absorver tudo, só com um olhar, levar tudo comigo e plantar ali mesmo em Belém ( e mandar o Tejo, a Ponte, Almada, Barreiro e afins para bem longe). Os barquinhos do vinho (que agora não me recordo o nome), os Aliados, os Clérigos, o Vinho... Fazem do Porto uma cidade interessante e acolhedora onde não me importava de viver.
Resumindo, experimentei Francesinha, experimentei Alheira e experimentei o Pernil do Antunes. Experimentei o Porto e adorei.
Ps: Continuo a gozar continuamente com a pronúncia estranha que os nativos defendem com toda a veemência. Com essa não me levam eles. Falar, fala-se como deve de ser!
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Why not? It was ERASMUS
Não tenho escrito muito. Meses. Voltei de Erasmus e nada voltou a ser emocionante ou a ter o mesmo encanto. É a vida.
sábado, 22 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
O meu quarto Estónio
Para aqueles que queriam ver e não viram, que não querem saber mas vêem à mesma, que até têm curiosidade de saber.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
SEA BATTLE - Stockholme
Este post precisa de uma introdução. Apenas fotos ( e mesmo com a ajuda de palavras duvido) não conseguem definir, expressar, contar o que é a Sea Battle. Assim sendo vou apenas dizero que sabia antes de embarcar e o resto deixo à vossa imaginação.
A Sea Battle é um cruzeiro. Um cruzeiro que vai de Tallinn para Estocolmo e de Estocolmo para Tallinn. Neste ferry gigante de vários andares constam coisas como discotecas, bares, supermercado, restaurantes... As pessoas são alojadas em cabines de dois ou de quatro com direito a janelinha para o mar, caminhas e casa de banho, tudo do melhor.
Na Sea Battle os passageiros do ferry são só e apenas estudantes de Erasmus. cerca de 2000. Na Sea Battle os passageiros têm direito a uma refeição onde podem beber e comer tudo aquilo que conseguirem e não conseguirem.
Isto é o que eu sabia.
O que aconteceu não posso contar porque foi a viagem mais surreal da minha vida e tenho medo de mentir.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Queridos ouvintes
A modos que não tenho escrito nada por aqui, o que não quer dizer que não se tenha passado nada. Aliás, não tenho parada quieta. Depois da viagem à Lapónia que ainda irei partilhar com todos vós, três ou quatro que visitam este blog, já viajei para Estocolmo, para Riga e para São Petersburgo.
Foi tudo muito giro, divertido, fascinante, educativo e sei lá mais o quê, irei dedicar um post a cada uma destas viagens.
Agora está tudo muito calminho, nada de mais, uma festa ontem, uma hoje, outra amanhã... Tenho mesmo de começar a actualizar isto, muito se tem perdido.
Comecem os posts.
E a inveja!
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